O neobanco britânico Revolut, um dos maiores do mundo, concluiu uma captação secundária que elevou sua avaliação de mercado para US$ 75 bilhões. O processo, que envolveu a venda de ações por parte de funcionários, destacou-se pela participação da NVentures, o braço de capital de risco da gigante de tecnologia Nvidia.
Detalhes da captação e avaliação
- Valuation: US$ 75 bilhões.
- Tipo de Operação: Captação secundária (venda de ações por parte dos funcionários). Esta foi a quinta operação desse tipo que a Revolut possibilitou aos seus colaboradores.
- Investidores Líderes: Coatue, Greenoaks, Dragoneer e Fidelity Management & Research Company.
- Investidores Participantes: Incluiu um amplo grupo, com nomes como Andreessen Horowitz (a16z), Franklin Templeton, T. Rowe Price Associates, Inc. e a NVentures (Nvidia).
Crescimento e metas globais
O novo valuation reflete o forte desempenho financeiro da Revolut, que busca se consolidar como um banco verdadeiramente global:
- Receita (2024): Cresceu 72%, atingindo US$ 4,0 bilhões.
- Lucro Antes de Impostos: Mais que dobrou, chegando a US$ 1,4 bilhão.
- Clientes Globais: Atualmente, a fintech tem mais de 65 milhões de clientes.
- Visão de Futuro: O CEO e cofundador, Nik Storonsky, destacou que o objetivo é atingir 100 milhões de clientes em 100 países.
Situação no Brasil
No Brasil, onde chegou em 2021, a Revolut tem adotado uma postura discreta (low profile). No entanto, a estratégia local está mudando. A meta atual é oferecer no país a mesma gama de serviços completa que disponibiliza globalmente, buscando a “principalidade” do cliente brasileiro, ou seja, tornar-se seu banco principal.





